Brasília Limpa: Rodoviária do Plano Piloto

A campanha educativa Brasília Limpa é uma iniciativa do Núcleo de Sustentabilidade da UnB, em parceria com o SLU, voltada para a limpeza urbana e a coleta seletiva, com foco na conscientização das pessoas. A iniciativa conta com a parceria da UnBTV.

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Richard Chorley – Aniversariante do Mês

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Carl Ritter – Aniversariante do Mês

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Maximilien Sorre – Aniversariante do Mês

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Geografia no Cinema: análise do espaço nas obras fílmicas de Ingmar Bergman e Luis Buñuel (Projeto de Iniciação Científica – orientação: Prof. Dr. Dante Reis Jr.).

Um Cão Andaluz (Un Chien Andalou)
(Buñuel, 1928)

aluno: Daniel F. R. de Oliveira

A parceria entre o artista plástico Salvador Dali e o cineasta Luis Buñuel resultou em um filme que busca no subconsciente o lugar para materialização do real, num universo onírico. Mais preocupado com a realidade “no interior” das personagens do que a realidade “física”, Um Cão Andaluz foi o marco do surrealismo no cinema: alheio a lugares-comuns e sempre de forma provocativa e inovadora (fortemente influenciado, aliás, pela psicanálise freudiana).

A obra compreende muitas cenas que emulam pesadelos metafóricos, e atinge o auge quando um homem, interpretado pelo próprio diretor, corta o olho de uma mulher com uma navalha (cena que se tornou um emblema do filme e do próprio artista). A forma inusitada de filmar, sem respeitar uma ordem cronológica, associada à aparente ausência de sentido (com sequências aleatórias e sobreposição de imagens), causou estranhamento no público da época, e mesmo hoje impacta pela crueza das imagens e pela “falta de lógica” (sic) facilmente perceptível.

Certamente, muitos críticos reclamam que o curta-metragem esteve muito mais preocupado com a forma e o estilo, do que com uma “moral da história”; e isso acaba trazendo certa ambiguidade, pois o filme pode ter significados múltiplos para quem o interpreta, e isto independentemente do que quer que o diretor tenha desejado transmitir (se é que o desejou). Ou então o contrário: talvez a obra tenha uma ambição muito maior, intentando transmitir algo muito preciso, mas que termina escapando à assimilação do espectador. De todo modo, o diretor o instiga a sair da sua zona de conforto e provoca-o a ir além, num universo inteiramente novo e desconhecido. Uma viagem onírica em busca de um lugar muitas vezes inacessível: o subconsciente.

Mas o filme não é somente sobre cenas surreais. Está dentro de um contexto histórico. É rodado na Paris do final dos anos 1920, período entre-guerras marcado por grandes incertezas, mas que também testemunhou uma efervescência cultural. A cidade era frequentada por artistas do mundo todo. “Criadores” como o compositor Cole Porter, os escritores Scott Fitzgerald e Ernest Hemingway, os pintores Pablo Picasso e Henri Matisse, o surrealista Salvador Dali (co-autor do filme, por sinal), entre outros. Toda essa inquietude foi absorvida por Buñuel e representada nos dezesseis minutos da película.

As paisagens observadas falam muito e são personagens importantes para a sequência dos acontecimentos: a floresta desfolhada pelo Outono representa um assassinato; a praia ensolarada representa um lugar de amor e felicidade; enquanto a Primavera representa a morte de um casal; a lua cheia influencia o comportamento de um homem, despertando certo sentimento bucólico; a cidade representa a velocidade do progresso sobre a fragilidade humana, demonstrada num atropelamento que é inserido de repente. Em ambientes fechados surge uma obsessão: formigas … “brotando” das mãos de um personagem. A clássica cena do corte do olho revela toda a agressividade masculina e a submissão da mulher, que permanece estática, impávida, sem esboçar reação. Porém, o diretor não entrega tudo isso em um pacote fechado. Nesse sentido, o surrealismo acaba se tornando uma ferramenta que possibilita as mais variadas interpretações, dispensando protocolos; sempre com o objetivo de chegar a uma realidade mais elevada que essa que nos é apresentada no dia a dia e que, muitas vezes, acaba por ser aceita como verdade única (conduzida pela burguesia, pela igreja e por líderes opressores).

Um Cão Andaluz representa a tentativa artística de romper com a forma tradicional de retratar a realidade. Emprega uma linguagem não experimentada no cinema até então: lança mão de símbolos que aparentemente não possuem conexão, mas é carregada de intencionalidades que dialogam com o período histórico e objetivam alcançar o território do subconsciente.

Daniel F. R. de Oliveira
(aluno de Iniciação Científica 2012-13)

Imagem dos Filmes

(i) Elementos Explorados

  •  “expressão de lugares íntimos” (elemento “J” da ficha-protótipo)

O“lugar” que se tenta atingir é o subconsciente.

(ii) Questões Tópicas do Enredo

  • referência a um contexto

(época, contexto histórico) (questão “4” da ficha-protótipo)

Paris 1929. A década de 1920 ficou marcada por lançamentos literários inovadores como Ulisses, de James Joyce, pelos trabalhos surrealistas de Picasso e Miró, pela psicanálise de Freud, por inovações técnicas como a radiodifusão, pelo movimento dadaísta – todo um clima de prosperidade que foi fortemente abalado pela quebra da Bolsa de Nova Iorque.  Essa época ficou marcada também por grandes incertezas devido ao período entre-guerras.

  •  entendimento das paisagens pelos personagens

(significados atribuídos aos espaços vividos) (questão “6” da ficha-protótipo)

A lua cheia insinua uma influência sobre o comportamento. As paisagens despertam emoção e bucolismo. Na cidade há violência urbana (cena do atropelamento). A floresta representa, metaforicamente, um assassinato. E a praia, um lugar de felicidade.

Quadro dos Filmes

(iii) Funções Potenciais

  • àFunção de Recriação” (“FRe” da ficha-protótipo)

Um “outro mundo” é retradado; e expressivamente mediante o recurso a símbolos e metáforas.

  • àFunção Criativa” (“FCr” da ficha-protótipo)

Potencial diálogo entre Geografia e arte, já que se pode divisar a manifestação da “imaginação geográfica” por meio da linguagem alegórica empregada nesta obra.

(áudio original)

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Iconografia e aplicação de informações geográficas

Venícius Mendes e Thiago Almeida – Lagim

A era da informação e o mundo globalizado que vivemos é representada por uma verdadeira tempestade de imagens e informações que chegam em qualquer parte do planeta. A todo instante são produzidas fotografias, vídeos, ilustrações e formas variadas de apresentar informações que são veiculadas por canais de notícias e por redes sociais, nesse último caso qualquer pessoa pode produzir e divulgar conteúdo. Nesse contexto de uma gama infindável de conteúdo e informações é preciso estar sempre atento para os dados que serão utilizados, de fontes seguras que possam ser veiculadas e analisadas com seriedade. Para a Geografia, o uso da  iconografia é um importante aliado nas atividades de pesquisa, extensão, ensino e aprendizagem.  Uma pesquisa realizada com estudantes de Pernambuco, os pesquisadores Osvaldo Girão e Surama Rafaela Ramos de Lima, identificaram a importância e boa receptividade da iconografia no processo de ensino da geografia. Quando perguntados a respeito do estudo da Geografia com o apoio de fotografias e filmes: “71% dos entrevistados afirmaram que são grandes aliados, pois, permitem conhecer e comparar realidades distintas sejam elas sociais, ambientais ou culturais, contribuindo para uma assimilação de conteúdos melhorando a aprendizagem.” Biomas

Então, por que não aliar a conhecimentos e ferramentas geográficas, ao utilizar informações e representações gráficas dos locais onde as imagens foram produzidas? É possível evidenciar as localizações, interações entre atores, características socioambientais e muito mais.

A iconografia pode ser utilizada por diversos LABIGSprofissionais. Para aqueles que desenvolvem atividades vinculadas a iconografia é possível apresentar inovações a partir do uso de dados espaciais, apresentar fotos, vídeos e outros materiais com representações gráficas, mapas, informações das localidades, relações entre pontos de interesse e muito mais, além de analisar dados das áreas de estudo.

Para mais informações:  Clique Aqui

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Antonio Christofoletti – Aniversariante do Mês

antonio christofolettiPaper Online  Fonte da Imagem

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